Nova colunista no Sou Phyna! Conheça a história da Gabi <3

Bom dia phynas! Hoje nós temos uma novidade linda pra vocês. Mais uma colunista passa a fazer parte do blog, e nós estamos muuuuito felizes em apresentar a Gabriela Vitória, ou simplesmente, a Gabi! Não vamos falar muito, vamos deixar que ela fale por si, mas nós estamos apaixonadas pela Gabi e pela história dela, que com 15 anos, tem muuito a ensinar pra gente. Temos certeza que vocês também vão se apaixonar por ela, e o espaço da Gabi aqui vai ser pra falar sobre a vida e os sentimentos, um espaço muito especial e que preparamos com carinho pra vocês. Fiquem com a apresentação da Gabi e um texto lindo escrito por ela, que explica melhor o porquê dela ser tão especial!

Beijo,

Ana e Denise <3

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Bom seria muito fácil falar de mim, na verdade não seria não, por que é a partir de agora que damos inicio a uma tremenda confusão. Sou a Gabriela e tenho 15 anos, sou apaixonada pela vida e as coisas boas que ela tem a nos dar, não gosto de coisas fáceis e sempre luto pelo mais difícil. Tenho câncer e sim luto contra isso todos os dias e além de tudo sou feliz, não me importa se eu não estou bem agora o que importa é que eu vou estar bem depois. Sou carismática e apaixonada por pessoas, faço de tudo para motivar e ver as pessoas felizes por que isso me deixa feliz, essa sou eu sem mais e nem menos, sou feita de palavras e tudo que escrevo é apenas do coração.

 

A MARINHEIRA DA VIDA

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“Ela chegou no fim no mês de maio quebrando todas as regras da medicina, lutando pela vida enquanto seu irmão gêmeo falecia.

Trazida pela vitória, ela encheu os dias de cor, travessuras, frestres de amor. Ela veio pra ser a caçula, tomada por um gênio forte, uma personalidade audaciosa, uma vida milagrosa.

Ela, aos 12 anos começou a velejar, pelos setes mares o câncer chegou entre ondas para marcar… E ainda que ele quisesse te tomar, num dia desapercebido ela mostrou que o câncer não chegou para ganhar.

Na primeira viagem a sua passagem tinha nome e sobrenome: leucemia linfóide aguda. Sem saber nada do que isso poderia dizer e tão pouco sobre os dias que estavam por vir, uma médica disse que ela era um grande abacaxi.

E assim, o seu navio mudou de porto…

Por toda necessidade ela começou a intimidade com a quimioterapia e no meio de tantas loucuras, a Luana virou sua melhor amiga.

Foram dias de reações desconsertadas com vontades proibidas… E da regra quebrada, um MC lanche feliz quase impede a sua caminhada.

Mas pela luta e pelo amor da sua família, ela não desistiria e assim terminou a primeira viagem: remissão ao câncer, dieta liberada, apenas resquícios de uma corticoide exagerada. Hora do churrasco, de uma boa cervejada e dos 15 anos de uma menina tão amada.

1 ano e 4 meses de liberdade, de cabelos longos, pretos e descobertas de outra realidade.

E nessa mistura de alegria, uma notícia fora de contexto anunciou: hora de voltar a velejar, o câncer voltou. E não voltou sozinho, trouxe nódulos malignos.

Então nada mais era novidade, de fato ela estava na segunda viagem, sem os exatos nomes e sobrenomes: apenas uma mesa de cirurgia, quimioterapia, perda de peso, careca repentina.

Da frustração e da raiva pela confusa medicina, ela arranca forças para manter sua alegria.

Tomada pela fé e pela vontade de viver, ela briga porque o câncer não vai mandar ver.

Nesta hora oceano está tomado de ondas quebradas, de uma forte tempestade e parte da doença é considerada uma raridade…

Mas quem disse que a história termina no entardecer? Marinheira de verdade finca sua âncora sem hora determinada e é com muita glória que ela irá vencer mais essa jornada.

Escrito com carinho por uma grande amiga; Carolina Marques

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Fantasia maquiada

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“Shiii! O espetáculo já vai começar!”; “Mãe! Eu quero algodão doce!”, e os primeiros grãos da purpurina da magia caem sobre os cílios que emolduram os olhares encantados, a ansiedade transparece na estática de cada corpo.

O clima encantador de fantasia em problemas ironizados contagia o velho senhor, que aprecia a melodia dos movimentos da contorcionista como quem saboreia um doce. A infância arde no coração de quem se entrega ao riso, e a felicidade, essa quase sempre tem o gosto do amor.

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Amor que está nos pais segurando seus filhos no colo, na ternura das mãos que se entrelaçam, no beijo roubado durante uma risada compartilhada e no olhar cruzado da bailarina com o garoto da poltrona esquerda procurando distração. A fila da pipoca reúne histórias e possibilidades, meu par provavelmente está lá.

Mas a experiência completa, só quem tem é a mocinha que poetiza demais e encanta o mágico, e este a carrega para todo o sempre. Essa donzela de sorte atravessou a linha tênue entre o entretenimento e a mágica do viver, conheceu a fundo os segredos da palhaçada, Nos trailers de circo, muita fantasia é guardada.

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Fotos: Pedro Hummel

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Dizer oi atraves de um tchau.

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Quando uma criança tem uns 900 dias de vida, mais ou menos, ela da o primeiro grande tchau da vida dela; tem que se separar dos pais por algumas horas, mas diz “oi” a amigos e ao primeiro contato com a saudade.
A partir de então, descobrem-se infinidades de saudações, mas a despedida continua sendo a mais cruel, e o começo é sempre o mais curioso, misterioso. Despedir-se da chupeta, da mamadeira, da tia da escola, da escola, dos amigos, do pai que vai viajar, do avô que não volta mais…
Existe uma fase da vida onde qualquer sentimento é intenso, qualquer “até logo” parece um “adeus”, e o “olá” para experiências novas grita o nosso nome. É justo nessa época que se aprende –sem perceber- que todos os “tchaus” dados e os que ainda virão, não passam de um “oi” para novos sentimentos, que a saudade é a prova mais concreta da importância de alguém ou de quanto a vida vale a pena.
Chorar lágrimas de despedidas que escorrem alegria, orgulho, saudade e lavam a janela da alma para refletir a beleza passada e vislumbrar tudo que ainda há de bom, dizer “oi” à prova de amor que fica e ao sentimento que se renova. Olá para vocês.

 

Texto da linda da Geovana Mara

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Ela

Post original de 21 de junho de 2012

Ela.

Ah, ela. Quando ela chega, é melhor sair de perto.

As mulheres enlouquecem com sua presença. Ela acaba com a auto-estima delas, transforma-as em ciumentas psicóticas, provocando brigas e destruindo relacionamentos. Ela com certeza já te fez chorar e ainda vai fazer muitas outras vezes, mas você não pode evitar. Ela aparece sem ser convidada e só vai embora quando quer.

Ela mexe com a cabeça dos homens como ninguém. Os coitados ficam sem saber o que falar ou fazer.

 

Seu nome é interpretado de diferentes maneiras, mas a verdade é que não há quem não tenha arrepios ao escutá-lo: TPM. Capaz de transformar até a mais doce das mocinhas em uma perfeita vilã, ela ataca uma vez por mês e espalha o caos. Portanto, se você é homem e convive com uma ou mais mulheres (mãe, irmã, namorada, amiga, prima, chefe ou colega de trabalho), tenha sempre à mão a única coisa capaz de acalmá-la. Você sabe do que eu estou falando, né? Um chocolate, é claro. Porque se não, meu amigo, tenho péssimas notícias…

 

Post dedicado ao Leonardo Bussolo, por aturar a minha chatice tepeêmica <3

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All you need is love and a good book

Post original de 14 de junho de 2012

Ele entrou na livraria no final da tarde. O lugar estava bastante vazio, por culpa da chuva que caía sem trégua lá fora, mas ele parecera não notar. Foi direto para os fundos da loja, onde ficava a estante de literatura russa, e parou de repente ao ver uma moça parada no meio do corredor, lendo. Ela estava tão concentrada na história que sequer notou sua chegada. Os olhos, castanhos e grandes, moviam-se rapidamente enquanto devorava as palavras escritas por Nabokov. É claro que, mesmo de longe, reconhecera o livro: Lolita, seu favorito.

Lolita, luz da minha vida (…) Meu pecado, minha alma“. O trecho veio à sua mente assim que a viu. Não era apenas sua beleza física que o encantava. A forma como se entregava à leitura, com brilho nos olhos e um sorriso nos lábios, o deixava extasiado. Não saberia dizer quanto tempo ficara ali, observando-a, memorizando cada detalhe de seu rosto.

Ela, então, fechou o livro e ergueu a cabeça, olhando diretamente para ele. E sorriu.

– Estava esperando você.

Ele sorriu também, percebendo que ela não era sua Lolita. Era melhor. Era real.

 

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Voce precisa e de amor um pouco de chocolate

Post original de 7 de junho de 2012

Oie phynas e phynos, eu sou a Polyana Gonzaga e estreio a coluna que vai falar de relacionamentos.

Espero que gostem e para começar vamos falar sobre amor. Sim sobre amor.

A definição romântica do amor está fora de moda. Todo mundo fala no amor, todo mundo quer amor.

Hoje é muito fácil de se dizer ‘eu te amo’, pois não existe mais a responsabilidade de estar mesmo amando, a palavra amor foi rotulada de uma forma, em que as pessoas nem sabem direito o que sentem.

É certo que vivemos verdadeiras avalanches de sensações, sentimentos, informações e diante de tantas percepções ficamos confusos. Então vamos nos permitir descomplicar!

O amor verdadeiro em sua definição romântica foi relacionado a diversas experiências vividas pelas pessoas, nas quais se referem utilizando a palavra amor.

Antes de amar precisamos conseguir definir a diferença entre os nossos sentimentos. Estar com saudade de um determinando momento é diferente de estar com saudade daquela pessoa que você viveu este momento com você.

Quando complicado demais, os nossos sentimentos embaçam a vista para o que realmente é importante para nós. E quando é uma coisa, sempre vira outra e outra e outra.

Bom, o que é amor para você?  Neste espaço vamos falar de amor, também, mas principalmente de sentimentos.

Nas suas mais variadas formas. Na forma daquele sentimento que a gente não sabe bem explicar o que é e como surgiu, mas que não saí da cabeça. Na forma daquele sentimento que surge no meio das confusões da vida, daquele que é alivio, daquele que nos confunde ainda mais. Não vou escrever aqui como psicóloga, mesmo porque não sou, mas como amiga. Isso eu sei e posso ser.

Então, como diz a @anapaulaa muito amor para todas nós!

 

Deixo aqui o vídeo ‘All You Need Is Love’ pra deixar o feriado de vocês doce! Até breve!

@polyanagonzaga

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