Crônica – A bagunça do amor

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Vira e mexe o coração assusta a gente, quando não estamos confusos, estamos apaixonados. Eu ainda não sei o que é pior, ou melhor. Assim como meu coração não tem opção, minha cabeça também se torna uma bagunça. Bagunça daquelas arrumadas, que a gente se encontra, onde cada coisa parece estar no seu lugar, quando na real não está, ou está!

Parece um monte de blablablá, mas a cabeça fica assim quando a questão é amar, quando não se sabe o quanto vai durar ou o quanto já durou. Bagunça mais maluca essa que carrego dentro de mim, como arrumar o quarto se nem o coração consigo ajeitar, mãe?

Nesse vai e vem do amor, que parece um chiclete mascado que a criança puxa e volta na boca, que parece meio nojento, mas e o amor não é? Ah não, na verdade de nojento nem a paixão.

O amor é intenso leva um bocado de tempo para se arranjar, um bocado de tempo para demonstrar… mas qual a graça de amar se for leve, se não tiver um frio na barriga?

O amor mais vale a pena quando você começa a se amar, valorizar, quando começa acreditar que amor, é simplesmente amar.